Drácula. Bram Stoker (p.44)

O Humano como Simbolo!











Em 1922, o estúdio alemão Prana Film decidiu levar a história de Drácula ao cinema sem deter os direitos de autor. Alterou nomes e alguns detalhes, mas não foi suficiente. Os herdeiros de Bram Stoker avançaram com um processo judicial, o estúdio faliu e o tribunal ordenou a destruição de todas as cópias. Nosferatu só sobreviveu porque uma escapou.






FAIXAS
“Enquanto esperava, ouvi ao longe uma canção cigana cantada por vozes alegres que se aproximavam, o ruído de rodas pesadas e o estalar de chicotes. Os segany e os eslavos de quem o conde falara vinham aí.” (Drácula, Bram Stoker, p.59) A “Balada Conducatorului” é rústica, cheia de vida, mas com uma tensão quase draculiana.